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memória ambiental
Um espaço vivo de memórias de comunidades da América Latina sobre a crise climática — e como ela transforma seus territórios, saberes e histórias.
•••Contar histórias tem poder•••
Por que registrar memórias
Sensibilizar
Transmitir a importância de pensar as transformações ambientais que impactam nossas vidas.
Incentivar
Estimular mais pessoas a relatar como os impactos afetam seus territórios.
Conectar
Ligar pessoas e comunidades de diferentes culturas por meio de suas histórias.
De um protótipo na Costa Rica a uma rede latino-americana
Origem no LABIC, na Costa Rica.
Laboratório na Maré e formação da rede.
Memórias Sagradas da Terra.
Rede viva, em expansão.
Sua memória também tem poder
Envie o seu relato ou apoie a continuidade dos laboratórios nas comunidades.
A trajetória do Memória Ambiental
Uma linha do tempo interativa: role e clique em cada marco para abrir as memórias daquele ciclo.
Hojancha, Costa Rica
Primeiras entrevistas com moradores sobre a recuperação da floresta e o desenho inicial da plataforma.
Maré, Rio de Janeiro
Chegada ao território da Maré e articulação com coletivos de toda a América Latina.
Memórias Sagradas da Terra
O território passa a ser escutado também a partir das espiritualidades que o habitam.
O que vem agora
Novos laboratórios em articulação e um acervo bilíngue aberto a quem quiser contribuir.
Cada ciclo nasceu de uma escuta
Veja como as memórias são construídas dentro dos laboratórios.
Um arquivo vivo de memórias ambientais
O ambiente é composto por inúmeras texturas: a textura das folhas, a da madeira, a da pedra. Texturas únicas que caracterizam cada lugar — o que para nós, humanos, seriam as impressões digitais.
Cada pessoa tem a sua, e cada uma remonta a história de uma vida. Essa é a base do pensamento que criou o Memória Ambiental: uma plataforma que conta histórias a partir das interações humanas com o ambiente na América Latina.
Mais do que um arquivo, o projeto funciona como um catalisador: instiga as pessoas por meio de histórias do passado que ajudam a moldar o futuro dos seus territórios.
Organograma da rede
Um núcleo coordenador, laboratórios que acontecem nos territórios e as comunidades que fazem cada memória existir.
Como são feitas as memórias?
Cada memória nasce de um processo cuidadoso que une escuta, registro, pesquisa e educação comunitária.
Oficinas
Encontros presenciais com comunidades para escuta, troca e construção coletiva de memórias.
Registros audiovisuais
Captação de áudios, vídeos e fotografias que preservam vozes e paisagens dos territórios.
Pesquisa
Levantamento de dados e contexto histórico-ambiental que ancora cada memória em evidência.
Educação comunitária
Formação e mobilização para que as próprias comunidades documentem suas histórias.
Memórias por ciclo laboratorial
O acervo é organizado pelos ciclos em que cada memória foi produzida — do primeiro laboratório na Costa Rica ao trabalho mais recente.
A floresta que voltou
Moradores contam como a mata foi replantada e o que mudou na vida da comunidade.
O rio que secava todo verão
Relato sobre a mudança no regime das águas ao longo de quatro décadas.
Encontro entre Brasil e Angola
Registro do encontro no Parque Ecológico da Maré e das histórias trocadas ali.
Maré de dentro
Como a maré e as chuvas moldam o cotidiano de quem vive no território.
Terra que é altar
Espiritualidades que sustentam formas próprias de cuidado com o território.
Cantos de chuva
Cantos e rezas usados para chamar a chuva, registrados com as comunidades.
Os títulos e imagens acima são exemplos de estrutura. O acervo real é migrado na etapa de conteúdo.
Uma rede que atravessa a América Latina
Territórios de atuação · localização geográfica real
Organograma da rede
Núcleo, laboratórios e comunidades colaboradoras, conectados por território.
A estrutura é escalável: novos laboratórios e comunidades entram sem redesenho.
Pessoas
Nome da pessoa
CoordenaçãoNome da pessoa
AudiovisualNome da pessoa
Pesquisa e articulaçãoEnvie a sua memória ambiental
Qualquer pessoa pode contribuir com o acervo: um relato escrito, um áudio, uma foto antiga do território ou um vídeo gravado no celular.
Escolha a memória
Uma história sobre como o ambiente ao seu redor mudou — e o que isso significou para você.
Registre do seu jeito
Texto, áudio, vídeo ou fotografia. Não precisa de equipamento profissional.
Envie para a rede
A equipe entra em contato para conversar sobre o material antes de publicar.
O que sustenta as memórias
Os laboratórios acontecem dentro das comunidades e dependem de deslocamento, equipamento, formação e tempo de escuta.
Doação
Contribuições pontuais ou mensais que financiam oficinas e registros nos territórios.
Parceria institucional
Universidades, coletivos e organizações que queiram sediar ou co-realizar um laboratório.
Difusão
Compartilhar as memórias amplia o alcance das histórias e leva novas comunidades à rede.